parir a mãe de todas
as bombas?
Que terríveis
hecatombes haveremos
de carpir?
Que mostrengos do
seu ventre aguardaremos
que expludam
fulminados pela
fúria da loucura
altipotente?
© Domingos da Mota
Tempestade seca e outros poemas, Edição Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, Agosto, 2025
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