30.3.25

De vento em popa

A indústria da morte,
de vento em popa,
segue a galope,
varre a Europa:

investe em armas,
nos arsenais
quer mais bisarmas
e mais letais;

difunde o medo
com kits vários,
como se fôssemos
todos ignaros.

Futura carne
para canhão?
Senhores da guerra,
comigo, não.

© Domingos da Mota

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