do seu amigo. Não os amigos fortuitos.
Mas os que enfrentam perigos, e cada um
com seu jeito, contados e recontados
pelos dedos da mão, são valiosos
Canto os amigos de modo a não cair
Já não falo dos da infância, das escolas,
Canto os amigos, e a voz que sobe
© Domingos da Mota
guardados no lado esquerdo do peito.
Dos amigos dessa lavra, tão singulares,
incomuns, amigos, numa palavra,
couberam-me em sorte alguns.
Canto os amigos de modo a não cair
mais no erro de tomar a parte pelo todo,
ou de esquecer quem não devo.
Já não falo dos da infância, das escolas,
dos liceus, de armas, de muita errância,
de tertúlias, de saraus, dos amigos
de trabalho que labutam por aí,
ou que perdi nos atalhos
da vida que percorri.
Canto os amigos, e a voz que sobe
num canto assim abraça alguns de vós.
Quem dera que pouse em mim.
© Domingos da Mota
"...
ResponderEliminarDos amigos
dessa lavra,
tão singulares, incomuns,
amigos, numa palavra,
couberam-me em sorte
alguns.
..."
Quando o sentido da Amizade é assim cantado, vale a pena ser Amigo!
Um abraço
Grato pelo comentário: acrescento que amigos destes, merecem bem mais que "um canto assim".
EliminarQuerido, senti seu poema e sua poesia ao amigo. Feliz aquele que é seu amigo, pois sei que o guarda com prestigio. Lindo, lindo, lindo! Um beijo.
ResponderEliminarLeila Onofre,
EliminarHá amigos que merecem bem mais que uma ode, como esta!
Obrigado pela visita e pela apreciação do poema.
Canto aos amigos um verso de saudade.
ResponderEliminarCanto. Conto. Palavras para a eternidade.
Abraço o amigo que celebra a amizade!!
Gostei demais de vir aqui!!
Abreijos!!^^